Notícias Sinpro-AL

Projeto do Sinpro/AL contra assédio moral é pauta no rádio alagoano

 

frança e eduardo

França Moura destaca atuação do presidente do Sinpro/AL, Eduardo Vasconcelos, durante entrevista na rádio Correio AM

O presidente do Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro/AL), Eduardo Vasconcelos, foi entrevistado pelo comunicador, França Moura, no programa “Cidadania”. Entre as principais temáticas abordados durante o bate-papo esteve o projeto desenvolvido pela entidade classista que instituí o “Programa contra assédio moral e outros tipos de violência nas escolas da rede pública e privada”.

Vale lembrar que o projeto desenvolvido pelo Sinpro/AL já foi encaminhado para o governador do Estado, Renan Filho, e para o prefeito de Maceió, Rui Palmeira. Em recente encontro, Eduardo Vasconcelos esteve reunido com o deputado estadual, Ronaldo Medeiros, e o secretário de Educação e vice-governador do Estado, Luciano Barbosa, para explicitar a importância e o desenvolvimento do projeto.

O projeto trata da importância de cada unidade de ensino criar uma equipe de trabalho multidisciplinar com a participação de professores, alunos e associações de pais e responsáveis. A iniciativa expõe a necessidade de cada grupo promover atividades didáticas voltadas para orientação e prevenção do assédio moral e violência.

Somos professores com orgulho e exigimos respeito!

Como identificar o assédio moral?

Insultos pessoais;

Comentários pejorativos;

Ataques físicos;

Escritos com ofensa pessoal;

Expressões ameaçadoras ou preconceituosas;

Isolamento social;

Ameaças e

Pilhérias.

Ações do assédio

Sexual (assediar, induzir ou abusar);

Exclusão social (ignorar, isolar e excluir) e

Psicológica (perseguir, amedrontar, intimidar, dominar, infernizar, tiranizar chantagear e manipular).

Saiba mais: http://sinpro-al.com.br/v2/?p=2900

Dia 20 de agosto: assembleia geral da categoria

Assembleia geral do Sindicato dos Professores de Alagoas no próximo dia 27/2

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

O Sindicato dos Professores de Alagoas – SINPRO/AL, através
de seu Diretor Presidente, convoca os docentes associados e quites com
suas obrigações legais e estatutárias, para uma assembleia geral para
o próximo dia, 20/08/2016, no auditório da ADUFAL – Associação dos
Docentes da Universidade Federal de Alagoas, Endereço: R. Dr. José de
Albuquerque Porciúnculas, 121 – Farol, Maceió – AL, 57051-345, às 12h
em primeira convocação e às 12h30, em segunda e última.

Pauta: CONTINUAÇÃO DA NEGOCIAÇÃO SALARIAL 2016.

Maceió, Alagoas, 08 de agosto de 2016.

Eduardo Vasconcelos

Diretoria do Sinpro/AL e representantes da base irão participar do 9º Congresso da Conatee

contee SPOs diretores do Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro/AL), Keyllor de França, Fernando Cedrim, Emerson Mamede e Eduardo Vasconcelos, além dos demais professores, Rafael Cardoso, Max Leandro e Luciana estarão presentes no 9º Congresso da Conatee em São Paulo. O diretor do Sinpro/AL e secretário-geral da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino Privado (Fitraene), José Nivaldo Mota, também se fará presente no encontro que terá como tema central: “Lutar e resistir: preservar a democracia e não perder direitos”.

Mais de 800 delegados dos quatro cantos do Brasil se farão presentes para discutir importantes temas da educação nacional e internacional.

Estará na pauta de discussões do Conatee entre os dias 26 e 28 de agosto a eleição da Diretoria Plena e do Conselho Fiscal da Contee, o balanço da atual gestão, a prestação de contas e o plano de lutas, a conjuntura nacional e internacional, a conjuntura educacional, e as relações sindicais e direito do trabalho.

Somos professores com orgulho e exigimos respeito!

Confira a programação completa:

26 de agosto

12 horas: Credenciamento.

16 horas: Abertura.

17 horas e 30 minutos: Regimento Interno.

18 horas: Balanço de gestão e prestação de contas.

19 horas:  Ato político.

21 horas: Encerramento dos trabalhos do dia.

21 horas: Jantar.

27 de agosto

08 horas e 30 minutos:  Regimento Eleitoral

09 horas: Conjuntura Nacional e Internacional.

11 horas: Conjuntura Educacional.

13 horas: Encerramento dos trabalhos do período da manhã.

13 horas 30 minutos: Almoço

15 horas: Estatuto.

17 horas: Intervalo.

17 horas e 30 minutos:  Organização e Estrutura Sindical.

19 horas 30 min: Encerramento dos trabalhos do período da tarde.

21 horas: Jantar.

19 horas às 21 horas: Registro da (s) Chapa (s).

21 horas e 30 minutos: Comissão eleitoral afixará chapa (s) inscrita (s).

23 horas e 30 minutos: Término para apresentação de impugnação.

28 de agosto

08 horas e 30 minutos: Plenária para avaliação de recursos de impugnação.

09 horas: Término do Prazo de substituição de componente, caso haja
impugnação.

09 horas e 15 minutos: Apresentação da (as) Chapa (s).

10 horas até 11 horas e 30 minutos: Votação.

11 horas e 30 minutos: Apuração.

12 horas: Apresentação do resultado e posse.

14 horas: Encerramento.

 

Assembleia irá discutir reajuste da categoria em agosto

reunião mte

Mediação no MTE, representantes do Sinpro/AL e das escolas

Os diretores do Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro/AL), Keyllor França, Fernando Cedrim, Eduardo Vasconcelos e Enaura Fernandes, discutiram durante mediação no Ministério do Trabalho de Emprego o reajuste da categoria do ensino básico. Mas uma vez as negociações não avançaram e o reajuste proposto pelo setor patronal de 8,5% foi mantido.

Uma nova rodada de negociações no Ministério do Trabalho de Emprego está agendada para o próximo dia 25 de agosto, mas antes disso o Sinpro/AL irá realizar uma assembleia em agosto para deliberar se aceita ou não o percentual. Desde já a diretoria do Sinpro/AL se posiciona de forma contrária ao percentual ofertado.

O Sinpro também irá discutir na assembleia dos professores a possibilidade de ingressa com o dissídio coletivo na Justiça do Trabalho.

Em tempo, participaram na assembleia os seguintes representantes das escolas: Bárbara Heliodora Costa (Galileu Galilei), João Neto (Contato) e Sandra Toledo (Santa Úrsula).

O que é dissídio coletivo ?

São ações propostas à Justiça do Trabalho por pessoas jurídicas (Sindicatos, Federações ou Confederações de trabalhadores ou de empregadores) para solucionar questões que não puderam ser solucionadas pela negociação direta entre trabalhadores e empregadores.

Somos professores com orgulho e exigimos respeito!

 

 

 

 

Mudança na data: 1ª Corrida da Educação será realizada em outubro

 

lazer

O Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro/AL) iria promover no próximo dia 28 de agosto a 1ª Corrida da Educação, mas devido as comemorações do Dia do Professor, a realização foi transferido para outubro, com data a ser definida.

Em breve, nesse mesmo canal de comunicação, as inscrições para 1ª Corrida da Educação e mais detalhes serão repassados.

Somos professores com orgulho e exigimos respeito!

Sinpro/AL firma parceria com consultório, R2, que desenvolve trabalho de psicoterapia

r2O Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro/AL) firmou parceria com o consultório, R2, que desenvolve trabalho de psicoterapia individual para adultos, adolescentes e crianças. Vale ressaltar que os professores sindicalizados e seus dependentes possuem direito a 20% de desconto.

Para o sindicalizado ou dependente obter o desconto no consultório R2 basta se dirigir ao Núcleo de Apoio Psicológico (NAP) na sede do Sinpro/AL. O R2 tem a responsabilidade legal da psicóloga Angelina Renata Andrade Ribeiro dos Santos (CRP 15/3111).

A R2 é localizada na Rua Joaquim Nabuco, número 74, sala 102, no bairro do Farol. Para mais informações: 3313-5705.

Saiba mais sobre o NAP: http://sinpro-al.com.br/v2/?p=2803

Somos professores com orgulho e exigimos respeito!

Estudo revela que quase 90% dos docentes acreditam que profissão não é valorizada

 

salario dignoA maioria dos professores alagoanos se sente desvalorizada, desprestigiada, sem estrutura de trabalho e sem condições financeiras para investir em formação continuada. Eles não fogem ao parâmetro atestado na Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem (Talis) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), quando ficou confirmado que quase 90% dos docentes brasileiros acreditam que a profissão não é valorizada na sociedade.

A realidade do estado é ainda pior. Com salários baixos (são pagos R$ 1.300 por 20 horas-aula por semana), sem oportunidades para aperfeiçoamento e ainda tendo que conviver com ameaças e insegurança nas unidades de ensino, o desinteresse pelos cursos de licenciatura é cada vez maior, o afastamento por doenças psicológicas ou físicas aumenta, fazendo com que cresça a carência de docentes na rede pública de ensino. Atualmente, segundo o sindicato da categoria, há um deficit de 2.500 professores em Alagoas.

A pesquisa ouviu 100 mil professores e diretores escolares em 34 países. Somente 12,6% dos professores brasileiros se sentiam valorizados. A média internacional é de 30,9%. O levantamento indica que os docentes do país são os que mais trabalham, com 25 horas de ensino por semana. Os dados ainda apontam que os brasileiros gastam muito tempo para controlar a disciplina em sala de aula e que falta formação continuada. Em Alagoas, a realidade segue esse perfil e o medo do futuro faz com que muitos professores migrem para outras áreas e mudem o foco.

Há 19 anos em sala de aula, o professor de Matemática Adelmo Apolinário Silva Júnior é um exemplo real de amor à profissão. Lecionando uma das disciplinas mais temidas do currículo, ele lembra que o desgaste e o cansaço mental e físico nem sempre são fatores decisivos para a desmotivação. Porém, o profissional diz concordar que a desvalorização insiste em permanecer na área da Educação, fato que o deixa reflexivo, principalmente com relação à defasagem salarial. Outra questão ressaltada é a indisciplina dos alunos, também objeto da pesquisa, e que, por pouco, não tirou Adelmo do ambiente escolar. “Já fui ameaçado por um aluno há dois anos. Na época, registrei a ocorrência na polícia, os pneus do meu carro foram esvaziados em tom de ameaça. Tudo isso aconteceu porque coloquei o aluno para fora da sala de aula após uma confusão. Hoje, tenho muito receio, limitação ao falar e meço as palavras”, relatou.

Na rede estadual desde 2001, o professor revela que a situação atual é a pior desde quando ele ingressou no serviço público. Ele lembra o direito à isonomia, conquistado em 2006, no governo Ronaldo Lessa, e que permitiu o dobro nos salários da categoria. Desde então, o ganho real dos professores de Alagoas foi mínimo e, em sete anos, aumento somente com base na inflação, como aconteceu com outras classes de trabalhadores. Além disso, Adelmo lembra que o Estado não oferece cursos para formação continuada.

“O reajuste salarial para os professores só é lembrado em período eleitoral”, comenta o professor, que ensina nos colégios Moreira e Silva e Afrânio Lajes, no Centro Educacional de Pesquisas Aplicadas (Cepa), em Maceió.

“O que me motiva a continuar, apesar de salários baixos e falta de estrutura, é perceber que há alunos que ainda querem aprender”, relata.

Fonte: Gazeta de Alagoas (THIAGO GOMES – REPÓRTER)

Taxa assistencial: estabelecimentos de ensino devem encaminhar dados para o Sinpro/AL

taxaA taxa assistencial será realizada em outubro, como a categoria decidiu durante assembleia, e para que funcione de forma correta os estabelecimentos de ensino devem enviar seus dados: CNPJ, razão social e endereço completo para o email sinproaltaxas@gmail.com, a partir daí o boleto será gerado e encaminhado para escola ou faculdade através do email que as informações foram repassadas. Tal modelo de atuação servirá para dar celeridade e organização nas cobranças da taxa assistencial.

Com posse das informações dos estabelecimentos de ensino nos meses de agosto e setembro, o Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro/AL) confeccionará o boleto para ser pago em outubro.

O que é a taxa assistencial?

A taxa assistencial é uma contribuição regulamentada por lei para a manutenção dos serviços prestados por um sindicato seja qual for a sua categoria representada. A diretoria do Sinpro/AL destaca que serviços de interesses da categoria como formação, campanha salarial, comunicação institucional, campanhas publicitárias, cursos, palestras, seminários, workshop, investimentos na sede social são realizados com a taxa que será descontada em outubro.

Saiba mais: http://sinpro-al.com.br/v2/?p=2919

Somos professores com orgulho e exigimos respeito!

 

 

Balanço: confira alguns números da nova gestão do Sinpro/AL

123O Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro/AL) tem desenvolvido um trabalho incansável em defesa da categoria. Prova disso é o número de ações que a assessoria jurídica tem desenvolvido através do escritório Onuki e Gameleira; de forma coletiva o quantitativo chegou até agora a 12, quando as ações são individuais o número são 178.

Vale lembrar que assessoria jurídica atua de forma gratuita em prol dos professores sindicalizados. E o número de ações tem aumentado mensalmente já que os professores seguem cada vez mais atentos aos seus direitos.

Quando o assunto são as denúncias no Ministério Público do Trabalho, o número contabilizado até julho de 2016 são 61. Atuação da diretoria tem desbaratado uma série de atividades irregulares promovidas por dezenas de estabelecimentos de ensino.

As denúncias no MPT tem gerado uma gama de inquéritos civis. A diretoria do Sinpro/AL alerta que o número deve aumentar nos próximos meses, pois diariamente escolas e faculdades são denunciadas.

Outro número que chama atenção no balanço dos 15 meses de ações da nova diretoria são os casos levados para os auditores do Trabalho fiscalizarem as escolas irregulares, o número chega a 86. O Sinpro/AL seguirá avançando para que os professores tenham seus direitos assegurados.

Somos professores com orgulho e exigimos respeito!