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  • Presidente do Sinpro-AL participa de entrevista na TV Assembleia
  • Aumenta o número de alunos em escolas particulares

Sinpro-AL notifica faculdade em Pão de Açúcar

O Sindicato dos Professores do Estado de Alagoas (Sinpro-AL) notificou extra judicialmente a Faculdade São Vicente, localizada na Cidade de Pão de Açúcar, interior do estado.

A instituição deve comparecer ao sindicato para tratar de irregularidades encontradas, como não pagamento de salários, falta de recolhimento do FGTS, falta de recolhimento do INSS e verbas rescisórias de docente. “A notificação foi entregue e recebida no último dia 18. Estamos esperando o comparecimento de alguém da direção”, informou o presidente Fernando Firmino.

Qualquer reclamação o professor pode entrar em contato em nossas redes sociais, telefone ou vir pessoalmente em nossa sede localizada na Rua Saldanha da Gama, 376, no bairro do Farol. A identidade do denunciante será mantida em sigilo.

Governo de AL institui programa de ensino integral em escolas públicas

Carga horária nas escolas integrais deve ser entre 7h e 9h diárias

Carga horária nas escolas integrais deve ser entre
7h e 9h diárias

O governador de Alagoas, Renan Filho (PMDB), decretou a criação de um programa de ensino integral nas escolas de ensino médio da rede pública do estado. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (22).

Intitulada Programa Alagoano de Ensino Integral em escolas de Ensino Médio da Rede Pública Estadual, a medida pretende elevar a qualidade do ensino ao mesmo tempo em que intensifica as oportunidades de socialização dentro das instituições, com alternativas de ação nos campos social, cultural e esportivo.

De acordo com o decreto, as escolas integrantes do programa terão jornada mínima de 7 horas diárias e máxima de 9 horas, determinadas segundo o projeto pedagógico de cada unidade escolar. O intervalo para almoço deve ter de 1h a 1h30 de duração, com dois intervalos de 15 minutos cada, sendo um no turno da manhã e outro à tarde.

Os estudantes do ensino público integral terão aulas seguindo os diferentes componentes curriculares da Base Nacional Comum, assim como atividades complementares, que compreendem ações de aprofundamento da aprendizagem, experimentação e iniciação científica, cultura e arte, esporte e lazer, tecnologias da informação da comunicação e uso de mídias, meio ambiente, direitos humanos, promoção da saúde, mundo do trabalho e geração de rendas.

Segundo a publicação do DOE, os alunos que já estão matriculados nas escolas participantes terão preferência às vagas oferecidas. Se houver remanescência de vagas, estas serão disponibilizadas para estudantes de outras escolas da rede estadual e, posteriormente, a outras redes.

O decreto expõe ainda que os professores de unidades escolares de ensino integral devem ter carga horária de 40 horas semanais, em período integral, sendo tanto de carga multidisciplinar como de gestão especializada. Com isso, os docentes que atualmente cumprem 20 semanais e desejam integrar o programa devem solicitar suplementação de carga.

Fonte: G1 AL

Pesquisa mapeia o celular em sala

18_02_13_destaque03_pe_proibido_uso_celular_salas_aula001Como os jovens de escolas da periferia constroem sua experiência escolar em um contexto marcado pela disseminação maciça de aparelhos tecnológicos? Essa foi a pergunta que norteou a pesquisa etnográfica conduzida pelo especialista André Toreli Salatino, da Feusp. O projeto envolveu um trabalho de campo prolongado em uma escola da periferia de São Paulo e se baseou na observação de dezenas de estudantes e de práticas juvenis fundadas na utilização do aparelho celular, que segundo Salantino observou, ocupa um lugar central nas relações.

Uma de suas conclusões foi a de que os equipamentos não são vistos como objetos de aprendizagem entre os alunos, apesar da disseminação desse uso pelas empresas de tecnologia e por diversas instituições de ensino. Longe disso, os aparelhos são manuseados livremente, sem a intervenção dos professores, e criam redes de relações paralelas às vivenciadas presencialmente. Nesses momentos, os alunos se “ausentam” da sala de aula, direcionando sua criatividade, tempo e energia para o mundo virtual, pontuou o estudioso.

A pesquisa aponta para a necessidade de os educadores repensarem a liberação desses aparelhos nas escolas e para a importância da criação de situações de aprendizagem envolvendo os equipamentos, já que essas situações não serão criadas espontaneamente, como frisou.

Revista Educação

O braille e a sua importância na educação do deficiente visual

braillePor volta de 1815 a França andava envolvida em múltiplas guerras. As constantes mensagens que circulavam não podiam ser lidas de noite já que, para tal, era necessária luz, o que despertaria o inimigo. Assim, o oficial de artilharia Charles Barbier, inventou um processo de escrita em relevo, por pontos, que pudesse ser lida com os dedos, sem necessidade de luz.

Chamou-se a esse sistema escrita noturna. Louis Braille, que cegara aos três anos por acidente, em 1812, encontrava-se a estudar na Instituição Nacional dos Jovens Cegos de Paris quando teve conhecimento da escrita noturna. Entrou logo em contato com Charles Barbier, estudou o seu sistema, aperfeiçoou-o e reduziu-o para seis pontos. Este novo método tornou-se universal sob o
seu nome: Método da Escrita Braille, que se resume na célula Braille.

Na leitura Braille são usados caracteres em relevo, em combinações diferentes de seis pontos, organizados em unidades de dois pontos na largura e três na altura. Os símbolos são trabalhados em relevo, em papel manilha grosso, da esquerda para a direita, e geralmente o leitor “lê” com uma das mãos e, com a outra, mantém a posição vertical.

As anotações de música, pontuação, matemática e ciências baseiam-se no mesmo sistema.A escrita Braille é um outro acréscimo ao currículo das crianças cegas.Há vários instrumentos para escrever os símbolos, sendo o mais fácil e mais rápido a máquina de escrever braille ou máquina de escrita braille. Ela tem seis teclas, que correspondem a cada um dos seis pontos da unidade. Um bom dactilógrafo braille pode bater de quarenta a sessenta palavras por minuto. O Braille também pode ser escrito à mão, utilizando-se uma plaqueta (pauta) e um estilete (punção) que permitem que a criança faça as perfurações numa unidade braille padrão.

A datilografia, raramente incluída no currículo elementar das crianças com visão, é muito importante para as crianças cegas, caso se espere que comuniquem com o mundo dos que têm visão, pois um número muito pequeno de pessoas com visão consegue ler Braille. As crianças cegas devem aprender a usar a máquina de escrever comum tão cedo quanto possível. A escrita à mão é muitas vezes difícil, no entanto, deve-se incentivar a criança a assinar o seu nome.

A incapacidade de escrever o seu próprio nome é muitas vezes uma fonte de embaraço, e é por esse motivo que se enfatiza a aprendizagem da assinatura. A máquina de escrever tem tudo, mas não substitui recursos como guias de metal, necessários para ajudar a ensinar a escrita à mão.

O professor de braille e a criança cega

O ensino do Braille requer que o contato entre professor e aluno seja individualizado e próximo. Num contato deste tipo o professor de Braille pode ser uma fonte de aconselhamento e suporte para o aluno, na medida em que o escuta quando, expressa sentimentos, lhe esclarece dúvidas e lhe regula expectativas relacionadas com a situação presente e futura.

Esta ação é importante porque diminui tenções emocionais, motiva o aluno para agir e contribui para que o mesmo não fixe para si, objetivos irrealizáveis, cuja não concretização lhe causaria frustrações, sempre limitativas de uma vivência satisfatória. Da aprendizagem do sistema Braille até uma leitura destra, gratificante, há um longo caminho a percorrer.

Pressupõem-se as bases de um bom ensino e muitas horas de prática para desenvolver até esse nível o sentido do tacto. Hoje em dia é preciso ter mais força de vontade e um gosto inato pela leitura táctil para nos disponibilizarmos assim para ela, resistindo ao apelo dos cada vez mais livros gravados, dos programas de rádio e televisão que agora nos entram em casa em catadupa, das novas tecnologias, dos trabalhos manuais menos exigentes em termos de concentração. Além disso, a leitura é uma atividade possessiva que nos subtrai ao ambiente circundante, que nos solicita por inteiro. Não nos entregamos a ela de bom agrado sem esperar contrapartidas que valham
o que deixamos.

FONTE: Apadev.org.br

Eleições 2015: Edital de Chapas Registradas

A Comissão Eleitoral, por meio de sua presidente, Thamires Mayara Morais de Farias, informa que as seguintes chapas foram registradas para as eleições do Sinpro-AL 2015:

CHAPA 1 – SOU PROFESSOR COM ORGULHO E EXIJO RESPEITO / CTB ALAGOAS

 DIRETORIA

 Efetivos                                                                Suplentes

Eduardo Jorge Vasconcelos de Lima       Irã Candido Teles da Silva

José Nivaldo Cardozo Mota                    Paulo Cezar Silveira Silva

Emerson Mamede Ferreira            Bruno de Albuquerque Gonzaga Pereira

Antônio Angelo Farias da Silva         Sdney César de Andrade Santana

Marcelo Silveira Porto                        Alfredo Sérgio de Oliveira Alves

Keyllor Laurentino de França

Fernando Antônio Feitosa Cedrim

Siliane Nunes da Silva França                                     

 CONSELHO FISCAL

 Efetivos                                                                Suplentes

Enaura de Lima Fernandes              Márcia Sarmento Rodrigues Câmara

Luiz Cláudio Silva e Castro                       Edson Correia de Lima

Glyne Souto Barros                                      Sérgio Luiz Cunico

 

CHAPA 2 – SINPRO – UM NOVO TEMPO / CUT ALAGOAS

 

DIRETORIA

 Efetivos                                                                Suplentes

Murilo Firmino Silva                                 Roosevelt Barros Lobo

Jandete Melo de Sena                              Alex Sandro Santos Vieira

Olavo Gonçalves Lins                            José Carlos Antero de Lima

Ana Lucia da Silva Araújo              Marcos Henrique Rodrigues da Silva

Evanio Salvador de Lima                               José Galino Vital

Erenilda Ferreira Ferro

Nilson Urias Barros

Lucas Soares Pereira                                                   

 

 CONSELHO FISCAL

 Efetivos                                                                Suplentes

Walnea Susi dos Santos                        Luciana Tenório Costa Silva

José Maria dos Santos                          Valdenicio Santos de Oliveira

Elio Fernando Ferraz Junior                              Patrícia Pedri

 

Nos termos Estatutários, o prazo para impugnação de candidaturas é de 5 (cinco) dias, a contar da afixação deste Aviso.

COMUNICADO: Eleições Sinpro-AL

comunicado

 

 

A Comissão Eleitoral para as Eleições de renovação da Diretoria e demais órgãos do SINPRO AL, Eleições 2015, comunica a todos os interessados que, em cumprimento ao artigo 73 dos Estatutos desta Entidade Sindical, estará recebendo os documentos para correção de irregularidades no pedido de Registro de Chapas até às 15h do dia 02 (dois) de abril, na sede do Sinpro AL, onde funciona esta Comissão.

A cópia deste comunicado está afixada na porta do Sindicato, no site e no facebook do SINPRO/AL, uma outra dirigida ao Presidente da Entidade, outras duas encaminhadas aos representantes das respectivas Chapas que solicitaram registro à Comissão Eleitoral.

Maceió, 01 de abril de 2015.

Brasil tem 1,7 milhão de jovens fora da escola, diz Unicef

 

Foto: Arquivo/Veja

Foto: Arquivo/Veja

No Brasil, os adolescentes de 15 a 17 anos são os mais excluídos da educação – cerca de 1,7 milhões deles estão fora da sala de aula. Além da exclusão, os jovens também enfrentam defasagem entre idade e série: 35% dos matriculados (3,1 milhões) dessa faixa etária frequentam o ensino fundamental e 31,1% dos alunos que cursam o ensino médio (2,6 milhões) sofrem atraso escolar. Se a situação permanecer, o país vai levar mais 30 anos para conseguir universalizar o ensino médio.

Os dados fazem parte do relatório “10 Desafios do Ensino Médio no Brasil”, divulgado na última quarta-feira (11) e realizado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Para o estudo foram entrevistados 250 adolescentes que estão fora da escola ou em risco de abandoná-la em Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Belém (PA), Fortaleza (CE), São Paulo (SP) e Santana do Riacho (MG). Violência familiar, gravidez precoce e trabalho foram as principais causas de abandono apontadas pelos jovens. 

O relatório do Unicef apresenta também dez desafios para transformar o quadro brasileiro de exclusão no ensino médio: 

1. Lidar com os adolescentes que estão retidos no ensino fundamental 
2. Trazer para a sala de aula os excluídos do ensino médio 
3. Investir na relação educador-educando 
4. Valorizar o professor 
5. Levar em conta a diversidade do público e dos contextos 
6. Enfrentar a discriminação, a violência e o bullying 
7. Repensar a organização escolar 
8. Definir uma identidade para o ensino médio 
9. Investir mais em educação 
10. Garantir um fluxo escolar adequado e o acesso ao ensino médio para todos os adolescentes 

Fonte: Revista Educação.

Projeto da Meia Entrada: Sindicato comemora conquista

Presidente do Sinpro-AL, Fernando Firmino, com o vereador Wilson Júnior e o diretor Evânio Salvador

Presidente do Sinpro-AL, Fernando Firmino, com o vereador Wilson Júnior e o diretor Evânio Salvador em visita ao Sindicato

O Sindicato dos Professores do Estado de Alagoas (Sinpro-AL) comemora mais uma vitória para a categoria. Nesta quarta-feira (25) o membros da Câmara de Maceió aprovaram o projeto de lei que  garante o direito à meia entrada em eventos culturais, casas de shows e cinemas para professores das redes públicas e privadas.

O presidente, Fernando Firmino, parabenizou os vereadores de Maceió pela sensibilidade em aprovar a PL  e ainda esclarece que a conquista só foi possível devido aos esforços da diretoria em parceira com o vereador Wilson Júnior. “O parlamentar esteve em nossa sindicato e pudemos mostrar a ele nossa realidade. Agora os profissionais terão o mesmo direito já existente em outro estados, auxiliando na vida acadêmica e pessoal. Balanceando, de certa forma, os baixos salários e péssimas condições de trabalho”, disse.

Dentro da Casa de Mário Guimarães o projeto sofreu um parecer negativo da Procuradoria, afirmando que ele era inconstitucional, pois geraria despesa para o setor privado, que teria que abrir mão de receita. Ele então tramitou novamente na Comissão Permanente de Educação com base no Regimento Interno, derrubando o parecer contrário.