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  • Sinpro realiza fiscalização em duas escolas da capital
  • Presidente do Sinpro-AL participa de entrevista na TV Assembleia
  • Aumenta o número de alunos em escolas particulares

Aumenta o número de alunos em escolas particulares

 

JONNE RORIZ/VEJA

JONNE RORIZ/VEJA

O número de estudantes matriculados em escolas particulares aumentou, de acordo com dados do Censo Escolar da Educação Básica de 2014, divulgado nesta semana pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A rede privada concentra atualmente 18,3% das matrículas, com 9.090.781 de alunos.

Em 2008, as escolas particulares tinham participação de 13,3% das matrículas. Em seis anos, a rede aumentou gradativamente sua participação, tendo atingido 16,5% em 2012. As matrículas contemplam alunos registrados em creches, pré-escolas, escolas de ensino fundamental e médio.

Ao todo, o Brasil registrou 49,8 milhões de alunos matriculados em instituições de ensino básico e educação infantil. O número total tem caído ao longo dos anos: em 2008, eram 53,2 milhões, e, em 2013, chegou a 50 milhões. A redução é uma tendência que já vinha sendo esperada por analistas da área e acontece em decorrência da queda na taxa de natalidade no país.

O ensino fundamental é a maior etapa de toda educação básica e abriga 28 milhões de alunos. Destes, 15,7 milhões cursam os anos iniciais e 12,8 milhões os anos finais. No ensino médio, o número de matrículas permaneceu estável no decorrer dos anos, afirmou o Ministério da Educação. A frequência dessa etapa é de 8,3 milhões de alunos, 95,9% desse total em áreas urbanas.

Fonte: Veja

Novo ministro da Educação defende reforma do currículo do ensino médio em até dois anos

i462161Os dados e problemas são conhecidos. Distorção idade-série, alto índice de evasão e estagnação nos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) fazem do ensino médio uma das etapas mais preocupantes do sistema educacional brasileiro. Entre as diversas soluções tentadas nos últimos anos, uma voltou a ganhar força: a necessidade de reformular o currículo dessa etapa de ensino, como defendeu o novo ministro da Educação, Cid Gomes, assim que tomou posse.

Mas será que mais uma mudança seria capaz de causar um alto impacto no rendimento dos jovens? Por que tentativas anteriores não surtiram efeito? Além disso, até que ponto enxugar o número de disciplinas obrigatórias, como defendida por alguns especialistas, é realmente necessário?

“O ensino médio tem um currículo extenso – não podemos negar isso -, mas esta não é propriamente a questão. Tanto não é que as grandes redes privadas oferecem duas vezes o total de disciplinas das escolas públicas. A questão é a forma de organizar o currículo”, defende o professor e pesquisador Moaci Alves Carneiro, autor do livro O nó do ensino médio (Editora Vozes, 2012).

Durante divulgação do fraco desempenho das redes responsáveis pelo ensino médio no Ideb ainda em 2012, o então ministro da Educação Aloísio Mercadante anunciou a proposta de unificar as disciplinas nos quatro blocos cobrados pelo Enem: ciências humanas, ciências da natureza, linguagens e matemática. Durante a campanha presidencial de 2014, a candidata reeleita Dilma Rousseff voltou a tocar na questão. “O jovem do ensino médio não pode ficar com 12 matérias, incluindo nas 12 matérias filosofia e sociologia. Um currículo com 12 matérias não atrai o jovem”, disse a presidenta. Desde que voltaram a fazer parte do currículo, em 2009, essas disciplinas foram consideradas vilãs do “inchaço” na grade curricular, e ainda lutam por reconhecimento de sua importância.

Não é a primeira vez que o currículo é apontado como o fator problema. Adotados no ano 2000, os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio chegaram com a missão de reorganizar a base curricular para integrar os alunos “ao mundo contemporâneo nas dimensões fundamentais da cidadania e do trabalho”. O documento cita que, até então, “tínhamos um ensino descontextualizado, compartimentalizado e baseado no acúmulo de informações”. Os novos Parâmetros buscavam, portanto, “dar significado ao conhecimento escolar, mediante a contextualização; evitar a compartimentalização, mediante a interdisciplinaridade; e incentivar o raciocínio e a capacidade de aprender”.

Quatorze anos depois, as críticas continuam as mesmas. Para Rafael Mingote, professor e coordenador do ensino médio e do ensino fundamental II em uma escola particular de Paranoá, cidade-satélite do Distrito Federal, ainda falta proximidade do currículo com a realidade dos alunos. “Tenho um leque de oportunidades e discussões que estão além do currículo, mas que não podem ser exploradas por causa desta prisão que é este ensino conteudista”, lamenta.

O efeito ensino superior

“Nas minhas andanças pelo país, tenho visto escolas reduzirem o ensino médio a dois anos e transformarem o terceiro ano em um cursinho, um preparatório para o Enem e para o vestibular. Estamos na antessala do desastre final”, ressalta Moaci Carneiro.

O Enem e as provas de acesso ao ensino superior continuam sendo os grandes responsáveis pelo currículo dessa etapa escolar. “Os vestibulares da USP, da Unicamp e da Unesp praticamente determinam o modelo de ensino médio do Brasil inteiro”, diz Ulisses Araújo, professor da escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP Leste.

E a situação deve continuar assim pelo menos pelos próximos dois anos, o prazo estabelecido por Cid Gomes para reorganizar a etapa. Em 2014, apesar das declarações da presidente, poucas ações se concretizaram. Das 11 reuniões programadas para discutir o projeto de lei 6840/13, que trata da jornada de tempo integral e dispõe sobre a organização do currículo, oito não aconteceram (por cancelamento ou falta de quórum) e apenas duas têm as atas disponíveis no site da Câmara dos Deputados. Já o site e os fóruns de discussão online do Pacto Nacional para o Fortalecimento do Ensino Médio não têm atualizações desde o período do lançamento, em 2013.

Antes de deixar o cargo, o ex-ministro Henrique Paim confirmou à Educação que o MEC realizou uma consulta a todos os secretários de educação estaduais e do Distrito Federal e a cada uma das representações estaduais da União dos Dirigentes Municipais de Educação a fim de coletar informações para a construção de uma base nacional comum curricular: Até o fechamento da edição, a pasta ainda estava aguardando o recebimento de todas as respostas para então produzir um estudo nacional que irá subsidiar as discussões em torno dessa base nacional comum.

Fonte: Revista Educação

Adquira sua camisa do Bloco Fêsso na Folia

10362534_744768138972387_4571791333579417983_nNa próxima sexta-feira (6) o Sindicato Dos Professores do Estado de Alagoas (Sinpro-AL) marca presença no Jaraguá Folia 2015 com o bloco ‘FÊSSO NA FOLIA’. Professores sindicalizados ou  podem participar desse momento de confraternização e alegria.

A concentração do bloco ocorrerá às 19h na Praça Sinimbú e percorrerá as principais via dos famoso bairro do Jaraguá. “Este é o primeiro ano do nosso bloco e esperamos contar com a participação de todos”, disse o presidente Fernando Firmino.

Adquira sua camisa com os professores Evanio Lima Salvador (9992 6144); Murilo Firmino (88671516) e Olavo Lins (9678 6531) nos seguintes valores: R$ 5,00 (professores sindicalizados) e R$ 10,00 (professores não sindicalizados).

 

NOTA DE PESAR

O Sindicato dos Professores do Estado de Alagoas (Sinpro-AL), manifesta seu mais profundo pesar pelo falecimento do professor Walter Pereira Calheiros, professor de Educação Física do Colégio Marista de Maceió, ocorrido neste sábado (24).

Nesse momento de dor, o Sinpro-AL se solidariza com todos os familiares e amigos e expressa as mais sinceras condolências pela perda.

Diretoria do sindicato realiza fiscalização em duas escolas na capital

A semana no Sindicato dos Professores do Estado de Alagoas (Sinpro-AL) iniciou com fiscalizações em duas escolas da capital. Membros da diretoria se dirigiram ao Centro Pedagógico Sagres, no conjunto Antares, e ao Colégio Anjo Gabriel, no Benedito Bentes.

Olavo Gonçalves, Murilo Firmino e Evânio Salvador, membros da diretoria, entregaram aos responsáveis pelas duas instituições notificações extrajudiciais pedindo o comparecimento dos mesmos na sede do sindicato para tratar dos assuntos denunciados ao Sinpro-AL, inclusive sobre piso salarial.

O presidente do sindicato, Fernando Firmino, aproveitou a situação para lembrar aos professores do papel fiscalizador exercido pelo Sinpro-AL. “Sempre que recebermos uma denúncia é nosso dever averiguar a veracidade do fato e lutar pelo direito dos professores”, disse.

Presidente do Sinpro-AL participa de entrevista na TV Assembleia

A Educação na rede privada foi o tema deste sábado (17) do Programa Tv Cidadã na TV Assembleia que contou com a participação do presidente do Sinpro-AL, Fernando Firmino. Dura2015-01-17 12.57.48nte meia hora, assuntos como a qualidade do ensino e condições de trabalho dos professores foram debatidos.

Firmino comentou sobre as situações encontradas corriqueiramente em instituições durante fiscalizações do sindicato. “Temos professores que lecionam em turmas com mais de 50 alunos e não existe um equipamento de som com microfone para auxiliá-lo”, exemplificou.

Sobre o ensino da rede privada, o presidente falou sobre a lógica do mercado: “Alunos são tratados como mercadorias, então o professor é cobrado pela quantidade de alunos que conseguem aprovação no vestibular e não pela qualidade em sala de aula”.

Quando questionado sobre o piso salarial dos profissionais, o presidente alegou que o valor atual ainda está abaixo do que deveria ser. “O professor não trabalha apenas dentro da escola, ele sempre leva material para o seu lar. Algumas vezes, deixam de passar um final de semana com a família para corrigir provas, por exemplo”.

No final ele convidou a categoria para as discussões da data-base que começam em fevereiro e ratificou o compromisso do Sinpro-AL pelos profissionais da Educação. “O Sindicato está a disposição para todos os professores. Nossa função é lutar pelos direitos da categoria e por uma Educação de qualidade”, concluiu.

Após atraso das férias, FAT e Sindicato selam acordo

 

O atraso do pagamento das férias dos professores da Faculdade Tecnológica de Alagoas (FAT) foi resolvido num eDSC_1597ncontro realizando na noite desta quarta-feira, dia 14, entre o Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro-AL), o diretor financeiro Alberto Vasconcellos e os professores da instituição de ensino.

 

O diretor financeiro explicou que o motivo do atraso deve-se ao não repasse do governo federal do programa de Financiamento Estudantil (FIES) e do programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), que desde agosto não é realizado.

Após a explanação do diretor, foi convocada uma assembleia entre os professores da instituição, o presidente do Sinpro-AL, Fernando Firmino e os diretores Olavo Calheiros e Murilo Firmino. Ficou acordando, entre as partes, que a FAT deve efetuar o pagamento da férias em duas vezes, 50% até o dia 26 de janeiro e a outra metade até dia 5 de fevereiro.

“Estamos acompanhando esse mesmo problema em outras instituições. Soubemos do fato e procuramos o Alberto para tentarmos um acordo. Como sempre, as conversas evoluíram bem e a faculdade não colocou nenhuma dificuldade”, falou o presidente do Sinpro- AL Fe

rnando Firmino.

O diretor financeiro da faculdade, a importância desse encontro, além do acordo, foi trazer transparência aos profissionais da instituição. “Conversamos com o presidente do Sinpro-AL  e definimos a nossa melhor forma de pagamento. Vamos fazer o possível para honrar esse compromisso”, prometeu Alberto, direcionando a palavra aos profissionais.
 

Diretoria do Sindicato se reúne com representante da FAT

No intuito de por um fim aos salários atrasados dos professores da Faculdade de Tecnologia de Alagoas (FAT) a diretoria do Sinpro-AL se reuniu na manhã desta quarta-feira (14) com um representante da instituição que expôs os motivos do atraso e após alguns minutos de conversa surgiu uma proposta: os salários seriam pagos em duas parcelas, uma para o dia 26 de janeiro e outra para o dia 05 de fevereiro.

Ainda na noite de hoje, os diretores do sindicato se reúnem com os professores, na própria FAT, para discutir a proposta.

Nota de Falecimento

É com muito pesar que informamos aos colegas professores e associados o falecimento do amigo José Pereira, conhecido pela categoria como Seu Zé. Sua história no Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro-AL) merece ser lembrada. Embora já estivesse aposentado, Seu Zé ainda mantinha forte relacionamento com o presidente Fernando Firmino e os diretores da instituição. Informamos que estamos prestando toda a assistência necessária aos familiares. O Sinpro-AL está de luto pela perda.