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Sinpro/AL encaminha para os executivos Estadual e Municipal de Maceió projeto contra assédio moral

eduardo e Renan

Projeto contra assédio moral é encaminhado para o executivo Estadual: governador Renan Filho e o presidente do Sinpro, Eduardo Vasconcelos

O Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro/AL) continua fomentando o debate e a realização de projetos que visam combater o assédio moral nas escolas, algo tão corriqueiro. O presidente da entidade classista, Eduardo Vasconcelos, encaminhou para o governador do Estado, Renan Filho, e para o prefeito de Maceió, Rui Palmeira, o projeto que instituí o “Programa contra assédio moral e outros tipos de violência nas escolas da rede pública e privada”.

O projeto trata da importância de cada unidade de ensino criar uma equipe de trabalho multidisciplinar com a participação de professores, alunos e associações de pais e responsáveis. A iniciativa expõem a necessidade de cada grupo promover atividades didáticas voltadas para orientação e prevenção do assédio moral e violência.

O professor Eduardo Vasconcelos disse que é notário o crescimento da violência nas escolas pública e privada, tanto dos patrões, dirigentes, como dos alunos para com os professores. “Esse projeto visa de forma pedagógica, didática e discursiva expor essas problemáticas e trazer soluções práticas para o dia-a-dia da comunidade educacional”.

O projeto também foi apresentado aos líderes dos governos da Casa de Tavares Bastos, o deputado Ronaldo Medeiros (PMDB) e na Casa de Mário Guimarães, ao vereador Eduardo Canuto (PSDB). Um dos trechos da ação proposta pelo Sinpro/AL destaca a possibilidade de convênios para efetivação do projeto; esses por sua vez podendo ser realizado com MPT, MTE, Policias, MP, Conselhos na área de saúde, segurança, educação, entre outros.

Cotidiano

O Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro/AL) recebe através da sua ouvidoria (http://sinpro-al.com.br/v2/?page_id=1030) e da rede social  (https://www.facebook.com/Sindicato-dos-Professores-do-Estado-de-Alagoas-172438799538660/?ref=ts&fref=ts)  uma série de denúncias diárias da prática de assédio moral.  A entidade classista já encaminhou, em pouco mais de um ano da nova gestão, mais de uma centena de reclamações e pedidos para que o Ministério do Trabalho e Emprego e o Ministério Público do Trabalho tomem as medidas cabíveis contra as instituições de ensino que insistem em transgredir as leis.

Um trabalho de fiscalização mais ostensivo da diretoria do Sinpro/AL em conjunto com a campanha “Pente fino” vem surtindo efeitos, mas ainda há muito a se fazer, pois a realidade da rede privada é semelhante a da rede pública quando o tema é assédio moral e violência.

Recentemente o Sinpro/AL desenvolveu um seminário sobre assédio moral e em parceria com o Cerest lançou uma cartilha de combate e esclarecimento sobre o tema.

Como identificar o assédio moral?

Insultos pessoais;

Comentários pejorativos;

Ataques físicos;

Escritos com ofensa pessoal;

Expressões ameaçadoras ou preconceituosas;

Isolamento social;

Ameaças e

Pilhérias.

Ações do assédio

Sexual (assediar, induzir ou abusar);

Exclusão social (ignorar, isolar e excluir) e

Psicológica (perseguir, amedrontar, intimidar, dominar, infernizar, tiranizar chantagear e manipular).

Somos professores com orgulho e exigimos respeito!

 

 

 

 

Assembleia geral no sábado (9/7)

Sinpro/AL convoca assembleia geral para o próximo dia 19/12

O Sindicato dos Professores do Estado de Alagoas (Sinpro/AL), através de seu Diretor Presidente, convoca os docentes associados e quites com suas obrigações legais e estatutárias, para uma assembleia geral para o próximo dia, 09/07/2016, no auditório do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino Privado de Maceió, SINTEP, localizadona Rua Conselheiro Francisco Viêira, 32 – Prado, Maceió – AL, 57010-290, às 12h em primeira convocação e às 12h30, em segunda e última.

Pauta: Eleição dos delegados e de seus respectivos suplentes que representarão o Sinpro de Alagoas no 9º Congresso Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino. O Conatee será realizado em São Paulo entre os dias 26 e 28 de agosto de 2016.

Maceió, Alagoas, 22 de junho de 2016.

Eduardo Vasconcelos

Diretor presidente do Sinpro/AL

Após o recesso, Sinpro/AL retoma suas atividades hoje (4/7)

estamos de voltaO Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro/AL) retoma suas atividades hoje, 4/7, após o recesso. O período serviu para reformas estruturais e manutenções na sua sede na Rua Saldanha da Gama, 376, Farol.

O trabalho normativo do Sinpro/AL é realizado de segunda a sexta das 9h às 15h.

Assembleia geral

 

aleO Sindicato dos Professores do Estado de Alagoas (Sinpro/AL), através de seu Diretor Presidente, convoca os docentes associados e quites com suas obrigações legais e estatutárias, para uma assembleia geral para o próximo dia, 09/07/2016, no auditório do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino Privado de Maceió, SINTEP, localizadona Rua Conselheiro Francisco Viêira, 32 – Prado, Maceió – AL, 57010-290, às 12h em primeira convocação e às 12h30, em segunda e última.

Pauta: Eleição dos delegados e de seus respectivos suplentes que representarão o Sinpro de Alagoas no 9º Congresso Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino. O Conatee será realizado em São Paulo entre os dias 26 e 28 de agosto de 2016.

Maceió, Alagoas, 22 de junho de 2016.

Eduardo Vasconcelos

Diretor presidente do Sinpro/AL

Recesso: atividades no Sinpro/AL serão retomadas no dia 4/7

1234O Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro/AL) informa aos professores filiados que as atividades da entidade classista estão suspensas desde o dia 18/6.  Durante o recesso nenhuma atividade será realizada na sede da entidade classista, que passará por reformas estruturais e manutenção. A diretoria informa que os trabalhos serão retomados no próximo dia 4/7.

A iniciativa do Sinpro/AL visa levar uma melhor estrutura para seus sindicalizados, funcionários, colaboradores e diretoria.

Desde já agradecemos a compreensão de todos.

Somos professores com orgulho e exigimos respeito!

Sinpro/AL de cara nova

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Gestão “Sou professor com orgulho e exijo respeito” lua por avanços

Há pouco mais de um ano a nova gestão do Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro/AL) se propôs a quebrar paradigmas e avançar em lutas e conquistas para categoria. Essa semana se deu início a uma reestruturação na sede física da entidade classista localizada na Rua Saldanha da Gama, 376, Farol, em Maceió.

Além da mudança de postura em defesa dos professores, a gestão “Sou professor com orgulho e exijo respeito” repaginou a fachada da sede do Sinpro/AL, realizou aquisição de TV, utensílios de escritório, implantação rede wi-fi, além de informativos, cartilhas e dados sobre convênios, tudo para melhor atender o professor filiado. Um corrimão foi fixado por questão de segurança para se chegar até o primeiro andar, local onde são realizadas as homologações.

Um veículo também foi adquirido para efetivação dos trabalhos da entidade classista, entre eles a ampliação de fiscalizações de escolas e faculdades na capital e no interior.

A nova gestão prima pela transparência dos seus atos e defende todas as prerrogativas legais do Sinpro/AL em prol da categoria.

Em tempo: As atividades na sede do Sinpro/AL entram em recesso na sexta, 17/06, e serão retomadas no dia 4/7; vale ressaltar que nesse período novas obras estruturais   estarão sendo realizadas.

Somos professores com orgulho e exigimos respeito!

6º Forró do Fessô, agradecimento aos parceiros

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Parceiros do Forró do Fessô

A diretoria do Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro/AL) parabeniza o empenho de todos que se propuseram a contribuir para realização da 6ª edição do “Forró do Fessô”, em tempo, que agradece as colaborações dos parceiros de primeira ordem: Jeane Rocha Academia de Dança, CNA, Humaitá Seguros, Amorim e Oliveira Seguros (Planos de saúde), Sococo e Onuki e Gameleira (Advogados associados).

O 6º Forró do Fessô é hoje (17/6)

Local: Data Marcada (Serraria, em Maceió)

Horário: 20h

Entrada: Franca

Você não pode perder essa festança!

Alerta: irregularidades no trabalho, aprenda como denunciar!

 

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Muitos empregadores escapam do senso ético para conseguir lucrar ainda mais. No Brasil, existem inúmeras irregularidades que o governo não consegue extinguir. Trabalho escravo acaba sendo grande paradigma, onde até mesmo empresas multinacionais são denunciadas por esta problemática. Entretanto, existem outros inúmeros problemas relacionados com este aspecto: falta de segurança, anotações erradas na carteira de trabalho e recolhimento indevido do INSS são as três maiores  problemáticas que ocorrem com grande amplitude. Não fique calado, aprenda como denunciar irregularidades no trabalho. Trabalho Infantil, trabalho escravo, demissão sem justa causa, atrasos de pagamentos, etc.

As denúncias podem ser feitas de forma anônima. Empregados podem denunciar tranquilamente, pois os nomes dos denunciantes contam com toda segurança do estado que legalmente necessita assegurar este direito dos cidadãos.

Qualquer tipo de irregularidade que tenha sido feita, até mesmo atrasos ou não pagamento de 13° salário, férias sem renumerações, demissão sem justa causa, entre outros. Trabalhar sem os direitos garantidos por lei não vale a pena. No sistema legal atual, existem poucas regras que beneficiam os trabalhadores, abdicar delas simboliza deixar empregadores roubarem parte da força-de-trabalho.

O melhor caminho para realizar este tipo de denúncia são os sindicatos, pois estes possuem eximio poder político para que acusações não sejam esquecidas, motivadas até mesmo por corrupção. Entretanto, trabalhadores não sindicalizados também possuem todo direito de denunciar. Na prática, queixas devem ser encaminhadas para o Ministério do Trabalho.

Cada estado da federação nacional conta com Procuradorias Regionais do Trabalho. Estes órgãos são representações oficiais do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego). Denúncias podem ser feitas nestes locais pessoalmente, que é a forma mais indicada. Porém, são realizadas também via telefone ou internet. Basta acessar o site da Procuradoria existente na região para encontrar maiores informações.

As reclamações são enviadas para outros órgãos internos que devem investigar os fatos. Os fiscais visitam empreendimentos denunciados para realizar averiguações. Comprovando-se irregularidades, empreendedores recebem notificação que pode ser desde simples advertências até multas que cobram quantias financeiras consideráveis.

Muitos funcionários fazem questão da identificação para possuir maiores provas judicial em seus processos futuros. Empresas que ficam com esta mancha nos registros acabam ganhando menos confiança dos juízes de trabalho em casos na justiça. Quanto maior o número de reclamações existentes contra empresas, maiores são as chances dos trabalhadores conquistarem valores indenizatórias.

Para estes perfis de reivindicações os especialistas indicam aos interessados visitar os seguintes estabelecimentos governamentais: Receita Federal ou Secretária da Fazenda do Estado para INSS irregular e MTE na violação aos direitos trabalhistas.

Podem ser encontradas outras indicações na Central de Atendimento de abrangência nacional: 0800-610101.

Página da Web do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego)

 

Denúncias relatam que professores são obrigados a realizarem serviços de limpeza

pente finoO Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro/AL) encaminhou uma notificação requisitória à direção da escola Boa Semente devido ao grande número de denúncias de irregularidades praticadas contra os professores do estabelecimento de ensino. A diretoria do Sinpro/AL salienta que se a escola não der as devidas respostas, as denúncias serão encaminhadas para o Ministério Público do Trabalho, Ministério do Trabalho e Emprego e a entidade classista ingressará com ação na Justiça do Trabalho em nome de todos os educadores da instituição de ensino.

A escola Boa Semente deve se pronunciar sobre os seguintes temas:

  • Obrigar os docentes da instituição a fazerem serviços de limpeza, o que caracteriza desvio de função;
  • Desrespeitar convenção coletiva do Sinpro/AL, já que a escola vem funcionando em feriados municipal, estadual e federal;
  • Não recolhimento de FGTS e INSS dos professores
  • Não pagamento do décimo terceiro salário e
  • Assédio moral, ameaças constantes aos docentes de demissão.

O Sindicado dos Professores de Alagoas segue apurando as irregularidades cometidas pelas escolas e faculdades em todo Estado e tomando as medidas cabíveis para que os estabelecimentos de ensino respondam por suas ilicitudes no rigor da Lei.

Somos professores com orgulho e exigimos respeito!