Notícias Sinpro-AL

Nota de apoio aos trabalhadores de Arapiraca

O Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro/AL), representante dos professores da rede privada de ensino no Estado, ratifica seu incondicional apoio aos educadores em greve, há mais de dois meses, em Arapiraca. É notória a situação de desrespeito promovida pela gestão pública da prefeitura de Arapiraca.

A categoria pleiteia o realinhamento dos vencimentos em 7,64%, sugerido pelo MEC, adequando o salário pago em Arapiraca ao piso nacional dos educadores. Por outro lado, a proposta feita pela prefeitura é de um reajuste imoral de 2,33%, que não contempla os educadores e expõe o lado mais perverso da administração, que desvaloriza e desrespeita os docentes.

O que acontece é grave, pois antes mesmo do chefe do executivo, Rogério Teófilo, exercer seu mandato ele foi um dos protagonistas do fechamento das atividades da CNEC em Maceió, uma  vez que o mesmo era gestor do estabelecimento de ensino, deixando diversos professores sem salários e sem perspectivas. O fato se repete, mas dessa vez na esfera pública. Hoje Arapiraca é o retrato do caos administrativo e da falta de diálogo com os trabalhadores da educação.

O Sinpro/AL entende que a prefeitura de Arapiraca deve respeito aos trabalhadores e aos estudantes, esses que são mais de 35 mil crianças e adolescentes sem aula. Os professores querem apenas o que é seu por direito, que o poder público leve em conta as demandas do movimento grevista e restabeleça a normalidade da comunidade educacional local.

Somos professores com orgulho e exigimos respeito!

Sindicato dos Professores de Alagoas 

Colégio da parte alta de Maceió demite professores e técnicos em massa

Professores e funcionários técnico-administrativos do Colégio Superação, localizado no bairro Cidade Universitária, parte alta de Maceió, foram surpreendidos no início desta semana com demissão coletiva sem aviso prévio. Ao chegarem para trabalhar eles receberam a informação de que 40 pessoas foram despedidas.

Revoltados, houve até um princípio de tumulto dentro do estabelecimento de ensino. Uma funcionária, que pediu para não se identificar, disse que algumas Carteiras de Trabalho e Previdência Social (CTPS) estão apreendidas com a direção do Colégio e “muitas nunca foram assinadas”.

“Foi o maior constrangimento quando chegamos aqui e fomos informados que estávamos demitidos, fora que tem gente com três meses de salários atrasados”, diz a funcionária.

Ainda de acordo com ela, a intenção da direção do colégio é substituir os professores demitidos por estagiários.

A direção do Colégio Superação foi trocada há pouco tempo e o fato ocorreu no que parece ser o primeiro dia da nova diretora, Elizângela Sodré.

Também há indícios de que o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) do estabelecimento, que foi anexado à CTPS dos funcionários, está errado. Buscas na internet apontam que o número seria de uma empresa de refrigeração.

A reportagem tentou contatar a direção do Colégio Superação, mas ninguém atendeu aos telefonemas.

SINDICATO

O Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro) denunciou, na manhã desta quinta-feira (6), o caso ao Ministério Público do Trabalho (MPT). Segundo seu presidente, Eduardo Vasconcelos, será solicitado urgência em relação ao caso.

“Vamos pedir a urgência porque essa situação é muito grave. Trata-se de demissão coletiva sem o acompanhamento do sindicato e do MPT. Além disso, há relatos de salários atrasados e apreensão da CTPS”, comenta Eduardo Vasconcelos.

Ele adiantou que nesta sexta-feira (7) será realizada uma reunião entre o Sinpro, professores e técnico-administrativos do Colégio Superação. “Se avaliarmos que há a necessidade de ir ao colégio, o faremos já na segunda-feira [10]. Organizaremos uma manifestação na porta da escola”.

Ainda na tarde desta quinta-feira, dirigentes do Sinpro e do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino Privado de Alagoas (Sintep) irão ao Colégio tentar conversar com a nova direção do estabelecimento de ensino.

Eduardo Vasconcelos também diz que um vídeo com o momento no qual os trabalhadores do Colégio Superação foram avisados da demissão – e o princípio de tumulto – chegou a ser publicado nas redes sociais, mas foi retirado do ar na manhã desta quinta-feira. No entanto, o áudio da conversa segue circulando na internet.

Saiba mais: http://www.tribunahoje.com/noticia/215035/cidades/2017/07/06/colegio-da-parte-alta-de-maceio-demite-professores-e-tecnicos-em-massa.html

Fonte: Tribuna Hoje (Carlos Amaral)

Sinpro/AL enaltece orientações da APPEF/AL

O Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro/AL) enaltece o importante trabalho desenvolvido pela Associação dos Professores e Profissionais de Educação Física de Alagoas (APPEF/AL) em informar a população da importância do trabalho dos profissionais de Educação Física. Uma das campanhas da APPEF/AL destaca importantes quesitos de um personal trainer junto ao cidadão orientado.

A entidade classista aponta para necessidade de profissionais gabaritados e com a devida formação para exercerem suas atividades. Só assim, o individuo orientado terá objetividade e eficiência para alcançar de forma saudável seus objetivos.

O Sinpro/AL continua lutando em prol da valorização dos profissionais de Educação Física e parabeniza seu importante papel social junto à sociedade, levando qualidade de vida e bem estar para população.

Somos professores com orgulho e exigimos respeito!

Novo endereço: sede do Sinpro/AL está na Rua Santa Cruz, no Farol

O Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro/AL) visando o bem estar dos professores filiados está em uma nova sede. O novo prédio fica localizado na Rua Santa Cruz, número 352, no bairro do Farol, em Maceió.

As atividades estão sendo realizadas na entidade classista normalmente de 9h às 15h de segunda a sexta. Vale lembrar que as atividades no Sinpro serão retomadas dia 10/7.

Mais informações: (82) 3313-3607

Somos professores com orgulho e exigimos respeito!

 

Por que filiar-se ao sindicato? Professor saiba a importância

O sindicato é o agrupamento estável de várias pessoas de uma profissão, que convencionam colocar, por meio de uma organização interna, suas atividades e parte de seus recursos em comum, para assegurar a defesa e a representação da respectiva profissão, com vistas a melhorar suas condições de vida e trabalho. O sindicato possui um fim permanente, buscando a defesa dos interesses dos próprios associados e os da própria profissão.

Constitui uma representação legal constitucional (artigo 8°, inciso III, da CF) de todos os membros da profissão para a qual foram constituídos e que, conforme infere-se do artigo 513 da CLT, possuem como prerrogativas, dentre outras, a de celebrar convenções coletivas ou acordos coletivos com empregadores, também o sindicato dos empregados assegurara a defesa e representação dessa profissão para melhorar as suas condições de trabalho.

E mais, atenua a inferioridade da condição econômica e coloca o empregado em plano de igualdade com o empregador para a ação e negociação coletivas. Motivo da importância da filiação, os empregados veem na figura do empregador uma fonte de maus tratos ou de ameaça e que, para piorar as coisas, esta é considerada também por ele como um poder socialmente distante.

Por conseguinte, a intervenção do sindicato potencializa sua possibilidade de êxito nas reivindicações de melhores condições de trabalho, outro motivo é a participação na medida em que através das assembleias os empregados conseguem influir nas decisões, consagrando uma ideia de democracia e eliminando as barreiras hierárquicas encontradas nas empresas.

Também o que aduz o trabalhador é que em razão da dificuldade de reconhecimento pelo trabalho prestado nas empresas, os trabalhadores buscam serem reconhecidos através da sua militância no sindicato, e o outro motivo é a hora acerto de contas que busca no sindicato um forte aliado. E também os trabalhadores que são filiados e tornam-se representantes dos trabalhadores, eles encontram no sindicato uma tribuna de expressão pessoal que não teriam de outro modo.

A sobrevivência do sindicato não depende só da receptividade que ele inspira na sociedade. O sindicato existe essencialmente porque cumpre uma função protetora ou defensiva do interesse dos trabalhadores, ou seus representados. A sua sobrevivência, então, depende em boa parte de essa função ser percebida como necessária pelos trabalhadores, assim como de ser bem executada pelo sindicato.

Isso significa dizer que os trabalhadores veem na figura do sindicato uma forma de fortalecimento perante o poder dominante das empresas, de forma que pretendem fazer valer seus direitos por intermédio desses líderes sindicais, que irão prontamente reivindicar os anseios da categoria.

Sindicato forte, professor forte…

Somos professores com orgulho e exigimos respeito!

Justiça determina que escola cumpra o recesso escolar

Decisão da Justiça do Trabalho (clique para ampliar a imagem)

Instituto Educacional Pajuçara insistiu em descumprir acordo coletivo formalizado no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) entre o Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro/AL) e o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino (Sinepe), que instituiu o recesso do ensino básico entre os dias 23 de junho e 7 de julho. Tal fato foi levado pelo Sinpro/AL, através de sua assessoria jurídica, para Justiça do Trabalho, onde um pedido de tutela antecipada foi julgado de forma liminar em favor do cumprimento do recesso, conforme o definido pelas entidades classistas.

O juiz do Trabalho, Alan da Silva Esteves, ainda determinou que se o recesso for descumprido uma multa diária de R$ 1.000, até o limite de R$ 20.000, será aplicada ao Instituto Educacional Pajuçara. Onde 50% desse recurso será destinado para o Sinpro/AL e 50% para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), onde esse percentual também beneficiará  uma instituição de caridade.

Vale ressaltar que o Sinpro/AL notificou extrajudicialmente e tentou manter diálogo com o estabelecimento de ensino para que o mesmo não incorresse na ilegalidade, mas devido as negativas a solução foi judicializar o caso.

A diretoria do Sinpro/AL através do seu presidente, Eduardo Vasconcelos, ressalta a importância do cumprimento do que é estabelecido na Convenção Coletiva da categoria.  A entidade classista não se furtará de defender o direito dos educadores e destaca que se qualquer outro estabelecimento de ensino do ensino básico descumprir o acordado também será acionado na Justiça.

Somos professores com orgulho e exigimos respeito!

 

Durante assembleia professores aprovam reajuste na mensalidade sindical

Definitivamente, o Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro/AL) não é mais o mesmo. Há 17 anos, desde a última decisão sobre o valor da mensalidade sindical, muita coisa mudou. O Sindicato cresceu e, se antes a entidade precisava de seus associados para ganhar corpo, hoje depende ainda mais para seguir se fortalecendo.

Para fazer frente a uma nova realidade da qual ninguém é poupado do aumento geral de preços, foi preciso repensar a estrutura financeira do Sinpro/AL. Por isso, no último sábado, 11/3, a diretoria reuniu seus associados para uma assembleia que discutiu, dentre vários assuntos, o reajuste da mensalidade sindical, que desde 2000 não sofria nenhuma atualização, mantendo-se o valor de R$ 10,00. O valor passará para R$ 20,00, que pode ser pago mensalmente ou de uma única vez. “O Sinpro de Alagoas conseguiu segurar o valor da mensalidade até onde deu. Entretanto, o sindicato está crescendo, assim como suas despesas”, afirma Marcelo Porto, diretor financeiro.

O presidente Eduardo Vasconcelos durante a assembleia detalhou receitas e despesas, apontando o direcionamento de recursos para cada área de benefícios voltados aos filiados. Vasconcelos também ressaltou a política da transparência mantida pela entidade sindical, logo a diretoria preferiu trazer o assunto para uma assembleia onde os educadores pudessem decidir sobre o reajuste

“Chamar os associados para debater este assunto, significa demonstrar que o aumento proposto não está partindo somente do Sindicato, mas sim de todos os associados, que entendem os motivos da necessidade do reajuste e o aprovam, tudo em prol da união para o crescimento e para o fortalecimento da entidade”, relata Vasconcelos.

“Nós não queremos que vocês (associados) entendam o sindicato somente como um sindicato. Ele tem que ser visto como uma associação. E, como associação, todos somos parte disso. Assim, todos precisamos avaliar e decidir juntos esta questão delicada, e este é um dos motivos principais da realização desta assembleia aqui hoje”, acrescentou o presidente.

Nesses últimos anos, o Sindicato realizou diversas mudanças nos seus setores. Conseguiu melhorar departamentos já existentes, como o atendimento ao sindicalizado, e ampliamos através de nossas assessorias jurídica, psicológica e de comunicação, sempre assistência irrestrita aos filiados e dependentes.

O custeio dos benefícios e a manutenção do Sindicato não são as únicas preocupações da atual diretoria. Há muitos sonhos que, por falta de dinheiro, hoje estão engavetados. “Nós queremos correr atrás desses sonhos. Nós temos o sonho de ter nossa sede própria, a nossa sede campestre, o caminhão de som próprio. Um sindicato forte se faz com dinheiro em caixa, para seguirmos na luta sem pestanejar. Infelizmente, não se faz nada sem dinheiro, nem campanha salarial se faz sem dinheiro”, conclui o presidente.

A direção do Sinpro de Alagoas entende que a proposta de aumento da mensalidade sindical pode ser vista com descontentamento. A medida, porém, é inevitável.

 

Sinpro/AL entra em recesso e retomará suas atividades dia 10/7

O Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro/AL) informa aos sindicalizados que entra em recesso nesta sexta-feira, 23/6.

A entidade classista retomará suas atividades no dia 10/7.

Desde já a diretoria agradeçe a compreensão dos docentes e deseja para todos um excelente descanso.

Somos professores com orgulho e exigimos respeito!