{"id":5186,"date":"2018-03-01T13:01:47","date_gmt":"2018-03-01T16:01:47","guid":{"rendered":"http:\/\/sinpro-al.com.br\/v2\/?p=5186"},"modified":"2018-03-01T13:01:47","modified_gmt":"2018-03-01T16:01:47","slug":"acoes-no-stf-e-decisoes-da-justica-do-trabalho-contestam-fim-da-contribuicao-sindical-obrigatoria","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sinpro-al.com.br\/v2\/?p=5186","title":{"rendered":"A\u00e7\u00f5es no STF e decis\u00f5es da Justi\u00e7a do Trabalho contestam fim da contribui\u00e7\u00e3o sindical obrigat\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/sinpro-al.com.br\/v2\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/contribui\u00e7\u00e3o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-3629\" src=\"http:\/\/sinpro-al.com.br\/v2\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/contribui\u00e7\u00e3o-300x256.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"256\" srcset=\"http:\/\/sinpro-al.com.br\/v2\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/contribui\u00e7\u00e3o-300x256.jpg 300w, http:\/\/sinpro-al.com.br\/v2\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/contribui\u00e7\u00e3o.jpg 616w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Em tr\u00eas a\u00e7\u00f5es recentes, tr\u00eas magistradas da Justi\u00e7a do Trabalho decidiram em favor dos sindicatos ao julgar inconstitucionais os novos artigos da CLT que pro\u00edbem a cobran\u00e7a do imposto sindical. A mudan\u00e7a se deu com a aprova\u00e7\u00e3o da Lei 13.467\/2017, da reforma trabalhista, no ano passado.<\/p>\n<p>Em dezembro, a ju\u00edza Patricia Pereira de Santanna, da cidade catarinense de Lages, deu ganho de causa ao Sindicato dos Auxiliares em Administra\u00e7\u00e3o Escolar da Regi\u00e3o Serrana (SAAERS), que questionava a nova norma na Justi\u00e7a e reivindicava a manuten\u00e7\u00e3o da cobran\u00e7a da contribui\u00e7\u00e3o sindical.<\/p>\n<p>Seu posicionamento inspirou outra magistrada, Aurea Regina de Souza Sampaio, do Rio de Janeiro, que favoreceu os trabalhadores do Sindicato dos Auxiliares e T\u00e9cnicos de Enfermagem do munic\u00edpio do Rio com a continuidade no desconto do imposto sindical.<\/p>\n<p>Em Blumenau, a ju\u00edza Desirre Dorneles de Avila Bollmann, acatou a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica movida pela Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores em Turismo, Hospitalidade e de Hot\u00e9is, Restaurantes, Bares e similiares no estado de Santa Catarina, que pleiteava o desconto da contribui\u00e7\u00e3o sindical compuls\u00f3ria, referente a um dia de trabalho por ano j\u00e1 neste m\u00eas de mar\u00e7o.<\/p>\n<p>A argumenta\u00e7\u00e3o que embasa todas as decis\u00f5es \u00e9 que houve viola\u00e7\u00e3o da Constitui\u00e7\u00e3o Federal em uma s\u00e9rie de artigos aprovados na nova legisla\u00e7\u00e3o trabalhista e que a suspens\u00e3o da contribui\u00e7\u00e3o sindical compuls\u00f3ria \u00e9 um deles. \u201cPor se tratar de esp\u00e9cie tribut\u00e1ria, a norma sobre contribui\u00e7\u00e3o sindical apenas poderia ser alterada por lei complementar, e este n\u00e3o \u00e9 o caso da Lei n\u00ba 13.467\/2017\u201d, diz o despacho de Patricia Santanna.<\/p>\n<p>Na tentativa de aprovar a medida no rolo compressor das \u201creformas\u201d, normas jur\u00eddicas foram atropeladas e j\u00e1 se consolidam como jurisprud\u00eancia para outros questionamentos na Justi\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Supremo Tribunal Federal<\/strong><\/p>\n<p>Paralelamente \u00e0s decis\u00f5es dos tribunais, cinco a\u00e7\u00f5es diretas de inconstitucionalidade j\u00e1 foram ajuizadas no Supremo Tribunal Federal (STF) questionando o trecho da Lei 13.467\/2017, da reforma trabalhista, que p\u00f5e fim \u00e0 contribui\u00e7\u00e3o sindical obrigat\u00f3ria.<\/p>\n<p>O artigo 1\u00ba da lei altera diversos dispositivos da Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho (CLT) que tratam do imposto sindical, condicionando o desconto \u00e0 autoriza\u00e7\u00e3o pr\u00e9via e expressa dos trabalhadores. Nas a\u00e7\u00f5es, as entidades pedem a concess\u00e3o de liminar para suspender os dispositivos atacados e, no m\u00e9rito, a declara\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade. Todas foram distribu\u00eddas ao ministro Edson Fachin.<\/p>\n<p>As a\u00e7\u00f5es foram movidas pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional dos Trabalhadores em Transporte Aquavi\u00e1rio e A\u00e9reo, na Pesca e nos Portos; Central das Entidades de Servidores P\u00fablicos (Cesp), Confedera\u00e7\u00e3o Nacional dos Trabalhadores na Movimenta\u00e7\u00e3o de Mercadorias em Geral e Log\u00edstica, pela Federa\u00e7\u00e3o Nacional dos Empregados em Postos de Servi\u00e7os de Combust\u00edveis e Derivados de Petr\u00f3leo (Fenepospetro) e pela Federa\u00e7\u00e3o Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Telecomunica\u00e7\u00f5es e Operadores de Mesas Telef\u00f4nicas (Fenattel).<\/p>\n<p><em><strong>Fonte: Portal CTB com informa\u00e7\u00f5es do Conjur<\/strong><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em tr\u00eas a\u00e7\u00f5es recentes, tr\u00eas magistradas da Justi\u00e7a do Trabalho decidiram em favor dos sindicatos ao julgar inconstitucionais os novos artigos da CLT que pro\u00edbem a cobran\u00e7a do imposto sindical. 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