{"id":2818,"date":"2016-07-12T16:56:06","date_gmt":"2016-07-12T19:56:06","guid":{"rendered":"http:\/\/sinpro-al.com.br\/v2\/?p=2818"},"modified":"2016-07-12T17:10:55","modified_gmt":"2016-07-12T20:10:55","slug":"reajuste-salarial-mediacao-no-ministerio-publico-do-trabalho-frustra-categoria","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sinpro-al.com.br\/v2\/?p=2818","title":{"rendered":"Reajuste salarial: media\u00e7\u00e3o no Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho frustra categoria"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/sinpro-al.com.br\/v2\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/reajuste-salaria\u00e7.jpg\" rel=\"attachment wp-att-2819\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-2819\" src=\"http:\/\/sinpro-al.com.br\/v2\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/reajuste-salaria\u00e7-282x300.jpg\" alt=\"reajuste salaria\u00e7\" width=\"297\" height=\"316\" srcset=\"http:\/\/sinpro-al.com.br\/v2\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/reajuste-salaria\u00e7-282x300.jpg 282w, http:\/\/sinpro-al.com.br\/v2\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/reajuste-salaria\u00e7.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 297px) 100vw, 297px\" \/><\/a>H\u00e1 meses se arrasta as negocia\u00e7\u00f5es entre o Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro\/AL) e o Sindicato das Escolas sobre o reajuste salarial da categoria. N\u00e3o havendo avan\u00e7o nas negocia\u00e7\u00f5es entre trabalhadores e o setor patronal o caso foi levado o Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho (MPT), onde j\u00e1 houve algumas rodadas de negocia\u00e7\u00f5es durante audi\u00eancia de media\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O motivo para o n\u00e3o fechamento de acordo \u00e9 o percentual ofertado pelo Sindicato das Escolas: 8,5%. Vale ressaltar que o percentual de 8% foi oferecido na \u00faltima media\u00e7\u00e3o no MPT. O Sindicato dos Professores de Alagoas entende que o n\u00famero apresentado \u00e9 desproporcional, n\u00e3o atende os anseios da categoria, desprestigia e desrespeita o trabalho do professor.<\/p>\n<p>Os diretores do Sinpro\/AL presentes na audi\u00eancia do Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho, Jos\u00e9 Nivaldo Mota e Fernando Cedrim se posicionaram conforme delibera\u00e7\u00e3o da assembleia dos professores, onde \u201co reajuste m\u00ednimo deveria acompanhar a infla\u00e7\u00e3o do per\u00edodo, de acordo com o INPC, ou seja 11%\u201d.<\/p>\n<p>A diretoria do Sinpro\/AL segue sustentando o que foi proposto pela categoria durante assembleia, respeitando a coletividade e os princ\u00edpios \u00e9ticos e morais que sustentam essa base de trabalhadores. O Sindicato dos Professores garante que seguir\u00e1 deliberando suas decis\u00f5es de reajuste junto ao setor patronal sempre em conjunto com os professores.<\/p>\n<p>Estiveram pressentes na audi\u00eancia os representantes da comiss\u00e3o de negocia\u00e7\u00e3o das escolas: Sandra Toledo, col\u00e9gio Santa \u00darsula e Jos\u00e9 Neto, col\u00e9gio Contato. Vale salientar que os representantes do Sindicato do Ensino Superior n\u00e3o compareceram na audi\u00eancia de media\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Sem acordo<\/strong><\/p>\n<p>Pautas defendidas pelo Sindicato dos Professores de Alagoas continuam sendo negadas pelos representantes das escolas, como: unifica\u00e7\u00e3o do calend\u00e1rio referente a f\u00e9rias, recesso, algo que n\u00e3o gera custo nenhum para escolas, mas se quer s\u00e3o discutidas. H\u00e1 professores que trabalham em mais de um estabelecimento de ensino e est\u00e3o h\u00e1 10, 15, 20 anos sem f\u00e9rias, devido a desorganiza\u00e7\u00e3o do calend\u00e1rio.<\/p>\n<p>Outro ponto explicitado que o Sinpro defende, mas os estabelecimentos de ensino se negam a negociar \u00e9 o pagamento atrav\u00e9s de conta corrente, para evitar coa\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que muitos professores recebem menos e assinam no contracheque um valor diferenciado. Isso \u00e9 uma pr\u00e1tica comum detectada pelo Sinpro e os \u00f3rg\u00e3os competentes.<\/p>\n<p><strong>Estamos de olho<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 importante que os professores saibam o principal argumento para o \u00ednfimo percentual ofertado pelo setor patronal: a crise. Pois \u00e9, a famigerada \u00e9 o argumento de hist\u00f3ricos empres\u00e1rios que sempre viram na educa\u00e7\u00e3o uma forma de escravizar trabalhadores e se tornaram milion\u00e1rios.<\/p>\n<p>H\u00e1 anos o pa\u00eds esteve no auge da pujan\u00e7a econ\u00f4mica e sabe o que o professor ganhou com isso? Nada. A l\u00f3gica do setor patronal n\u00e3o \u00e9 um paralelo, mas sim uma via de m\u00e3o \u00fanica. A regra \u00e9 suprimir direitos, vencimentos, aumentar trabalho, cobrar, cobrar e cobrar do educador!<\/p>\n<p>Hoje o setor patronal apresenta uma proposta igual ou parecida h\u00e1 alguns anos. \u00c9 no m\u00ednimo uma incoer\u00eancia ou seria incompet\u00eancia? As escolas reajustam suas mensalidades anualmente, isso \u00e9 revertido na pr\u00e1tica de forma justa para o trabalhador que honram seu dia-a-dia com suas atividades?<\/p>\n<p>O Sindicato dos Professores de Alagoas n\u00e3o se furtar\u00e1 em defender os direitos dos professores, uma vez que \u00e9 n\u00edtida a tentativa de desprestigiar e desrespeitar a categoria.<\/p>\n<p><strong>Alternativas e atitude \u00a0<\/strong><\/p>\n<p>A diretoria do Sinpro\/AL em breve convocar\u00e1 uma assembleia para decidir se a entidade classista ingressar\u00e1 com o diss\u00eddio coletivo na Justi\u00e7a do Trabalho em \u00a0rela\u00e7\u00e3o ao reajuste de 8,5%. Tamb\u00e9m estar\u00e1 em pauta manifesta\u00e7\u00f5es nas portas das escolas para expor as problem\u00e1ticas dos estabelecimentos de ensino: opress\u00e3o e desvaloriza\u00e7\u00e3o contra os professores e a total mercantiliza\u00e7\u00e3o do ensino.<\/p>\n<p><strong>Somos professores com orgulho e exigimos respeito!<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 meses se arrasta as negocia\u00e7\u00f5es entre o Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro\/AL) e o Sindicato das Escolas sobre o reajuste salarial da categoria. 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